“Amigo” do álbum Satwa regravada em coletânea

A Orquestra Abstrata regravou “Amigo”, de Lula Côrtes e Laílson, presente originalmente no primeiro álbum independente brasileiro, Satwa, de 1973.
A versão com viola e cítara indiana de um dos primeiros “folks psicodélicos” brasileiro está presente na coletânea No Abismo da Alma, editada pela Tramp.

Saíram matérias em

Scream & Yell

Um tributo à Psicodelia Nordestina

Altnewspaper
http://altnewspaper.com/materias/revisite-o-udigrudi-com-a-coleta-no-abismo-da-alma/

A Crítica
http://www.acritica.com/channels/entretenimento/news/bandas-do-am-participam-de-coletanea-musical-inspirada-no-sertao-de-pernambuco

Miojo Indie

Vários Artistas: “No Abismo da Alma”


On Stage:
http://goo.gl/LGTcK3


Raro Zine:
http://goo.gl/zdp08q

Armazém do Rock Nacional:
http://goo.gl/shDPdJ

O Globo:
http://goo.gl/MaVPSf

Diário do Nordeste:
http://goo.gl/oB0ita

Outro Indie:
http://goo.gl/GlPHjd


A Tribuna:
http://goo.gl/vtQofp

Leia Já:
http://goo.gl/MeOVdW

Blog Amplificador:
http://goo.gl/iCfsMq

Primavera Noise:
http://goo.gl/Pkx17q

Glam Magazine (Portugal):
http://goo.gl/aL6xsJ

 

Orquestra Abstrata na playlist da Oganpazan!

http://oganpazan.com.br/playlist-oganpazan-musica-instrumental-brasileira/

 

Lista da pesadPlaylist Oganpazan - Música Instrumental Brasileiraa mostrando a diversidade da música instrumental brasileira contemporânea.

Não precisa cantar, basta tocar, música não é palavra é som, quando a palavra aparece não passa de mero acessório.

Mas por incrível que pareça acabamos solidificando o senso comum de que música tem que ter letra, tem que fazer sentido, tem que ser compreendida. Há excessos e barbaridades ditas a cada esquina, entre a mais comum o velho mantra que condena os que ouvem músicas da gringa.

Há sempre um sentinela de plantão pronto a dizer coisas do tipo “Como você sabe que não estão te xingando“, “Não sei que graça tem ouvir algo em outra língua, já que não dá pra entender o que o cara tá cantando!” Esse tipo de opinião acaba tendo como causa a própria indústria musical que fomenta a produção de músicas sustentada na ideia de que música tem que ser cantada.

Esta lista mostra que antes de tudo a música é tocada. Bom, até pode ser cantada, mas isso não é o fator determinante. Pesquisando perfis via soundcloud achamos bandas brasileiras fazendo música instrumental de extrema qualidade.

As influências são diversas, passando por big bands, afrobeat, jazz, choro, frevo, até por gênero pouco comuns ao instrumental como o garage rock, psicodelic rock, indie, metal e hardcore. Não só a diversidade de gêneros se mostra neta lista, mas também a diversidade regional. São bandas espalhadas por todo Brasil dedicada a demolir o senso comum que exige letras nas música.

Estão em nossa lista as seguintes bandas: Bixiga 70, Camarones Orquestra Guitarristíca, Spokfrevo, Pali OJC, Aloha Haole,Pata de Elefante, Retrofoguetes, Orquestra Abstrata, Mamma Cadela, Ubella Preta, Ruído Por Milímetro, Macaco Bong, The Tape Disaster, Vendo 147, Fernando Sanches, Burro Morto eJoseph Tourton.

Compacto 2012 no Diário da Manhã

http://impresso.dm.com.br/edicao/20160313/pagina/31

Lançamentos de ano bissexto
O Orquestra Abstrata chega com um EP de duas faixas e a ideia de transformar o que ainda é só digital em vinil

Por Ludimila Mendonça

 

“A cada ano bissexto um compacto da Orquestra Abstrata é encontrado”. Caso todos não tenham sido informados, este é um destes anos. Então este ano tem o novo EP, “Compacto 2012”. O Orquestra Abstrata é um projeto de fritação musical que já andou por muitas mãos e cabaças mas com uma constante  – Eduardo Kolody.

 

O “Compacto 2012” apresenta duas faixas; “Baião de doido” e “4:20”. O disco foi lançado pelo Miniestéreo da Contracultura, “selo que começou virtual e agora aposta também na volta do vinil, o EP parece ser a promessa um álbum do grupo ainda pra 2016, com grandes chances de sair em vinil”. Que Gaia proporcione recursos financeiros a esses meninos pra rolar vinil, amém. Quem faz esse som são: Eduardo Kolody com os Synths e programações, Hudson Rabelo na bateria e Wassily Brasil no piano e teclados.

 

Conversei com a mente de frequência alterada de Eduardo Kolody que comparou os trabalhos da Orquestra Abstrata “Esse EP é menos voltado para o rock, como foi o álbum “Seven”. A sonoridade é mais próxima de jazz cru, sem guitarra. A banda que gravou o EP é composta por bateria e teclas (piano e sintetizadores)”.

Os ritmos brasileiros são marcas do som do Orquestra e isso foi mantido neste EP, sim, tem até um baião distorcido pela psicodelia. “É um pouco diferente, porque o “Seven” é mais rock, mas a banda continua numa sonoridade que explora ritmos brasileiros e com uma pegada de improvisação” diz Eduardo.

Ainda sobre a produção deste trabalho Kolody fala da sua tentativa de equilibrar sintético e orgânico “O EP foi gravado ao vivo pra ter esse lado orgânico, mas há também uma boa quantidade de sons eletrônicos, como samples e efeitos de dub. Acho legal tentar reunir extremos”.  

Sobre os extremos que encantam Kolody o uso de tecnologias separadas por muitas décadas foi um dos recursos utilizados “Por um lado, para fazer os baixos, usei um sintetizador roland sh-1000 de 1972, o primeiro sintetizador monofônico da Roland, mas para controlar as programações usei um laptop e Ableton live”.

Eduardo fala qual o próximo passo que ele espera que o Compacto 2012 dê “A ideia é ainda lançar o EP em compacto 7′ (vinil). O Miniestéreo da Contracultura já tem dois lançamentos em vinil, o LP de Protofonia e um single de música eletroacústica do Victor Valentim (ambos disponíveis na loja virtual)”.
Nem só de todo o som que entra no ouvido vivem os humanos mas de toda imagem que entra nos seus olhos; a capa do disco dá um caminho para sentir esse som “A capa foi feita manipulando uma foto da NASA. É a imagem de uma nebulosa, mas se observar bem, ela forma um rosto”.

Compacto 2012 no Outroindie

Conheça a psicodelia espacial do novo EP da Orquestra Abstrata

Conheça  psicodelia espacial do novo EP da Orquestra Abstrata
O compacto trás duas faixas: baião de doido e 4:20

Diego Veríssimo

 

São apenas duas faixas, mas a Orquestra Abstrata deixa bem claro o que realmente é psicodelia brasileira sem deixar a desejar. O EPCompacto 2012 pode ser escutado na íntegra no player abaixo.

O grupo existe desde 2004, e atualmente é uma nave pilotada pelos músicos Eduardo Kolody e Wassily Brasil – que já tocaram e/ou produziram várias bandas do cenário alternativo do cerrado brasileiro como Diego e o Sindicato, Carne Doce, Cambriana e Almirante Shiva.

Com um álbum de estúdio e um ao vivo já lançados (além de algumas músicas perdidas na internet), a Orquestra Abstrata é uma banda que faz um som que varia entre rock, jazz e música eletrônica. Psicodelia sem rótulos.

Lançado pelo Miniestéreo da Contracultura, selo que começou virtual e agora aposta também na volta do vinil, o EP parece ser a promessa um álbum do grupo ainda pra 2016, com grandes chances de sair em vinil

A cada ano bissexto um compacto da Orquestra Abstrata é encontrado…

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A cada ano bissexto um compacto da Orquestra Abstrata é encontrado…

 

guardado junto a um calendário maia, esquecido num porão empoeirado. Neste ano depois de quarenta e nove voltas, Febo acordou opaco. Questionou toda a sua existência orbital e incitou ao escurecimento do cosmo. Já ia descaldar o espaço-plano, sugar toda a luminescência, compactar o tempo quando percebeu a poeira cósmica se esgueirando pelas ameias.

Lá, furtava a nebulosa translúcida que decorava seu lar sideral. O espaço que abriga nosso elo n’outra dessas e isso nos mantém a salvo de qualquer resplendor de alhures. Predição, prenúncio, luz profética, reflexo de um augúrio qualquer?

As quarenta e nove voltas formavam o alinhamento entre ele, Gaia e as cinco primeiras orbes. Os planetas da personalidade. Brilhos de estrelas que se desfizeram, que são cores do passado, que podemos ver mas não existem mais. Febo clamou a vácuo por qualquer estalar grave, ou agudo, ou qualquer espaço que escondia esse elo com outra nebulosa transparente. De incandescencia internizada e distante do assento etéreo, vibrou a todos.

 

Orquestra Abstrata:

 

Eduardo Kolody – Synths, FX, Programações

Hudson Rabelo – Bateria

Wassily Brasil – Piano, Teclados.

 

Gravado por Ricardo Darin no Estúdio Volt
Mixado e Masterizado por Eduardo Kolody no Neverland Studio

“Libélula” disponível na coletânea Neo-Psicodelia Brasileira

A canção “Libélula” foi lançada na Coletânea Neo-Psicodelia Brasileira, produzida pelo Miniestéreo da Contracultura reunindo 18 artistas que produzem música em torno do conceito de psicodelia e expansão da consciência. Produzida por Eduardo Kolody e Wassily Brasil, a música conta com Kaloni Kaapu nos vocais.

Saíram matérias em

Revista Noize
http://noize.com.br/miniestereo-da-contracultura-lanca-coletanea-neo-psicodelia-brasileira-ouca/#1

Trabalho Sujo,
http://trabalhosujo.com.br/em-busca-de-uma-nova-psicodelia-brasileira/

Correio Brasiliense,
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2015/08/24/interna_diversao_arte,495726/a-coletanea-da-neo-psicodelia-brasileira-e-lancada-em-plataformas-digi.shtml

Diário da Manhã,
http://digital.dm.com.br/#!/view?e=20150729&p=28

e no Diário do Norte do Paraná
http://digital.odiario.com/cultura/noticia/1451652/novos-frutos-psicodelicos-tupiniquins/

Bota de Perna The Gallo Power!

Há quase quatro anos atrás, em julho de 2011, assisti ao primeiro show da The Galo Power. Apesar de não conhecer nenhuma das suas músicas e ignorar que, poucos meses antes, eles lançavam o seu primeiro EP, fiquei boquiaberto tanto pela presença de palco da banda, quanto pela massa sonora que emanava dos altos falantes: uma frenética mistura dos diversos elementos musicais que caracterizaram os trabalhos das bandas do final dos anos 60 e início dos 70: funk, blues, soul. Adicionado a isso, o contraste entre vocais masculinos rasgados e um belo vocal feminino. Considerando que eu os assistia em Jataí (Inclusive, cidade natal de alguns dos membros da banda), no interior de Goiás, tive a sensação de que os memoráveis shows do Led Zeppelin, Rolling Stones, Joe Cocker (Entre outros), que assistíamos em DVDs, haviam se tornado realidade e eram, pela primeira vez, palpáveis para um público de uma cidade de interior. Na cena rock de Goiânia, o Galo Power tornava-se uma das principais bandas: na cena brasileira, seu nome começava a despontar.
Depois desse memorável show, e após perder o contato com eles por certo tempo, os reencontrei em junho de 2014, no Martim Cererê. Já era uma nova formação no palco: foram-se embora os vocais femininos, dignos de referência e comparação com Janis Joplin e Merry Clayton (Pra quem não conhece, Merry foi a cantora imortalizada no dueto com Mick Jagger em ‘Gimme Shelter’), e presenciava-se a introdução de órgão em algumas das músicas, e uma segunda guitarra, em outras: percebi um som mais pesado, um rock mais direto, e com menos influências psicodélicas que se encontravam nas primeiras músicas. O grupo havia lançado o seu segundo disco um ano antes, e essa foi a primeira oportunidade que tive em acompanha-los nessa nova fase. A combinação de Órgão e Guitarra, incorporando elementos de funk, me lembrava de alguns dos clássicos álbuns do Deep Purple, como ‘Burn’ e ‘Stormbringer’, e do clássico ‘We’re An American Band’, do Grand Funk Railroad, somando forças com uma porção de riffs que lembram a guitarra de Jimmy Page nos quatro primeiros discos do Led Zeppelin. Pra algumas pessoas, a famosa ‘praga’ da mudança de vocais poderia se tornar um pesadelo pra banda. Adicione à equação a famigerada ‘prova de fogo’, como é conhecido o 2° lançamento de cada banda, e tudo se tornava mais interessante: Conseguiria o Galo Power sobreviver à mudança de uma formação tão autêntica, e já icônica, para sua crescente base de fás? A resposta veio com a nova formação, que se mostrou tão autêntica quanto a primeira: sim.
Em novembro do mesmo ano, tive o prazer de acompanha-los, como fotógrafo, durante uma turnê de 10 dias pelos estados de Minas Gerais e São Paulo, juntamente com mais três bandas goianas (Damn Stoned Birds, Girlie Hell e Coletivo SUI GENERIS). Uma oportunidade única para os quatro grupos de excursionarem e mostrarem seus trabalhos para públicos variados. Já nas três primeiras apresentações, pude notar algumas diferenças da The Galo Power entre as demais bandas do cast: o maior número de músicas no catálogo, que os possibilitava variarem o repertório de cada apresentação (inclusive com a inclusão de algumas músicas ainda não lançadas), e o entrosamento no palco. O maior tempo de estrada contribui favoravelmente para essa situação, mas a qualidade das canções e a capacidade de cada um dos músicos, bem como seu entrosamento, define a situação ímpar da banda.
Após a turnê, já em dezembro, trabalhei novamente com eles no Goiânia Noise. Eles tocaram na mesma noite em que a Radio Moscow, aguardada banda americana (e uma das Headlines do festival), se apresentou. Como se fosse hoje, lembro-me da calorosa recepção do público. Músicas como ‘Big Mamma’ já se tornaram hits obrigatórios em cada apresentação. O público do Galo Power, ainda que não muito numeroso, é fiel.
Outra característica que me chamou a atenção nesses últimos meses, acompanhando suas apresentações, era o generoso número de canções executadas que ainda não haviam sido lançadas ao vivo. Eram três ou quatro, sendo que duas delas (Mr. Danger e Oráculo de Delfos), serão, em minha opinião, alguns dos destaques do próximo disco de estúdio. Esse álbum ao vivo, que vocês podem conferir agora, é uma perfeita prova disso: com exceção da já citada ‘Big Mamma’, todas as músicas são inéditas. E aqui, vejo mais uma grande diferença entre os primeiros discos: um maior flerte com diferentes estilos musicais, inclusive, com estilos que raramente se fundiram com o rock anteriormente, como a nossa música sertaneja. Lembrem-se dessas palavras quando escutarem a canção ‘Ser Estelar’.
O sucesso de uma banda, no concorridíssimo cenário de rock, deve-se, em muito, à sua capacidade de inovar seu som e sua imagem. A cada trabalho novo que se lança, a sobrevivência e a relevância de um grupo são marcadas pela necessidade de renovação: é preciso mostrar ao seu público que, apesar de manter-se alinhada a um estilo que os caracteriza, é a aproximação com novas e diferentes ideias que assegura a cada banda o status de verdadeiros artistas, mesclando, na mesma medida, identidade e versatilidade. Todos sabem que Goiânia é uma cidade com uma variada e diversa cena de bandas de rock. Pode-se ouvir Stoner Rock, Death Metal, Hard Rock, e inúmeras outras vertentes. E é nessa grande diversidade que se encontra a The Galo Power: oito anos de estrada e lançando esse trabalho ao vivo, enquanto segue nas gravações de seu 3° trabalho de estúdio. Se o próximo disco vai se mostrar como um ousado passo à frente, ou como um desastroso tropeço, ainda é cedo dizer. Para eles, é mais cedo ainda. Após uma audição cuidadosa dessa apresentação, contudo, imagino que esse tiro no escuro não virá a se transformar em um amargo tiro pela culatra.

Flávio Monteiro
Abril, 2015.

Link para Download:

http://www.4shared.com/zip/fGMkLw5wce/Bota_de_Perna_Martim_Cerere_-_.html

Masterização do EP Digital Regional Lumiado

do Forró Red Light!

 

CAPA NOVA

Segue o link pra ouvir:

Resenha do álbum Seven no Disco Furado!

http://discofurado.blogspot.com.br/2014/12/orquestra-abstrata-seven-fosforo.html

O primeiro disco do quarteto de de Goiânia é um excelente álbum de rock instrumental. “Seven” é curto, traz sete canções em quase meia hora. É instrumental, mas nada de post rock, aqui o rock rola solto.
               O disco é cheio de groove e carrega momentos mais psicodélicos, como em “Vespen” e “Letters”. Em “A incrível bicicleta do Dr. Hoffman não desapareceu” há malemolência distribuída num arranjo bem trabalhado, e o título comprova que a melhor parte de tocar numa banda instrumental e por nome nas canções. Em “Forks from hell” os riffs da guitarra de Eduardo Kolody, combinado com o arranjo quebrado da bateria do experiente Rogério Pafa, remetem a uma boa fase do Helmet.
                O projeto gráfico é impecável. Cada uma das sete canções ganhou uma ilustração própria e que poderia ser a capa do disco. Portanto, “Seven” traz sete capas diferentes, todas em tons de amarelo e preto, trabalho de Thiago Xavier. A produção ficou a cargo da Orquestra Abstrata e o álbum recebeu apoio da Lei de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Goiânia, com licenciamento do selo local Fósforo Cultural.

Fazendo um som na posso do Juca Ferreira, novo ministro da cultura

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